
Escode pelo menos duas disputas estruturais de hegemonia política e econômica. A política aloja a supremacia da toga da cauda preta. O poder dos ministros do STF sobre os outros titulares. Querem submeter ao seu espaço o setor financeiro. Ai, esconde a segunda intenção. Enfraquecer o Banco Central. Entidade incapaz para antecipar crises do setor econômico. Nesta situação, faz “tabelinha” com o governo Lula. Onde submissão é tema recorrente. Lula não consegue admitir contestação. Onde há, quer ver debelada. O mesmo ocorre com as emendas compulsórias. A emissão de certificados bancários falsos é ponto nuclear da liquidação. Querem anular a liquidação. Repassar o mico para alguém. Antes para o banco estatal BRB. Agora a definir. Excluir o presidente do banco de punição. Dizem que é um arquivo vivo de situações constrangedoras. Uma delação premiada faria um estrago reputacional relevante. A oposição de facilitar a vida dos ministro de interesse do STF é poderosa. Os banqueiros e a linhagem mais tradicional da corporação dos advogados. Muitos excluídos da nova ordem. Os escritórios de advocacia relacionados aos ministros protagonistas da salvação atendem grande contas de demanda na Corte. Os ministros de interesse são atacados pelos flancos. A mídia reverbera.


