As recuperações extra e judiciais

A empresa estão sofrendo um movimento de ressaca de negócios. De pendendo do setor um investimento mal feito ou erro operacional estão colocando os negócios no chão. O O dinheiro não tolera ser mal tratado. O panejamento aceita sonhos a realidade não. Acreditar em politicas públicas não é uma boa decisão. Há ciclos de negócios mais longos. podem durar 10 anos como 2 para saber se haverá resultado na real. Caso de incorporação de imóveis é um exemplo dramático. Da compra a entrega do imóvel o modelo percorre no mínimo 4 anos. Depois mais cindo de garantia. Total 9 anos. Imagem que uma construção iniciou seu processo de venda em janeiro de 2022. Os juros na época estava 10,75% ao ano. O imóvel está sendo entregue agora a uma Selic de 15% ao. 50% de aumento real. Neste período o setor absorveu aumento real de matérias primas e a crônica falta de mão de obra capacitada. Hoje falta capacidade e quantidade. Empresa que falharam na gestão de custos,. não conseguiram repor estoques. A situação de recuperações judicias é grave. 40% da recuperações judicias se convertem em falência. Os custos das lides em mão de obra ou a falta de pagamento de contribuições carregam o passivo para a inadimplência fatal.

A taxa de recuperações judiciais que acabam convertidas em falência no Brasil varia conforme o período e a fonte, mas os estudos mais citados (tribunais, administradores judiciais e bases como Serasa Experian e Insper) apontam uma faixa relativamente estável.

Percentual médio no Brasil

Situação após pedido de recuperação judicialPercentual aproximado
Recuperação bem-sucedida (empresa continua operando)40% a 50%
Recuperação ainda em andamento15% a 25%
Conversão em falência30% a 40%

➡️ Ou seja, aproximadamente um terço das recuperações judiciais acaba se convertendo em falência.

Por que muitas recuperações acabam em falência?

Principais fatores observados:

  1. Plano de recuperação inviável (projeções irreais de faturamento).
  2. Endividamento tributário elevado – muitas empresas não conseguem parcelar ou pagar tributos.
  3. Falta de capital de giro após entrar em recuperação.
  4. Credores não aprovam o plano na assembleia.
  5. Descumprimento do plano aprovado, o que leva o juiz a decretar falência.

Outro dado importante

Mesmo entre as que não quebram formalmente, muitas empresas:

  • encerram atividades depois,
  • ou são vendidas / incorporadas.

Assim, o percentual de sobrevivência empresarial real costuma ser menor que 50% no longo prazo.

Comparação internacional

PaísRecuperações que viram falência
Brasil30–40%
EUA (Chapter 11)10–20%
Europa Ocidental20–30%

A diferença ocorre porque no Brasil:

  • o processo costuma ser mais lento,
  • e o financiamento durante a recuperação (DIP financing) ainda é pouco desenvolvido.

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