
Economistas brasileiros não encontram explicação para o fenômeno de aumento de renda real de 4%, consumo 1,6% com inflação de 4,3%. Colocadas as curvas em sintonia de tempo temos a imagem de uma equivalência ou emparelhamento das curvas até 2025. Neste ano abriu uma “boca de jacaré” curva de ganho aumenta e de consumo não corresponde. Pelo histórico brasileiro 70% do ganho deveria ir para o consumo. Não foi. Poderia ter ido para poupança ou investimentos, não foi. Para onde teria ido? Pagar juros de dívidas contraídas, a inflação foi maior do que a revelada, as apostas podem ter desviado renda do consumo. Com 40% de juros no financiamento poucos colocariam em consumo. Pagariam as contas atrasadas. O que não aconteceu. A inadimplência aumentou. A inflação de alimentos foi de 3%, contra 8% em 2024. O que deve ter ocorrido foi uma trava. Famílias sem perspectivas a longo prazo não se mexeram.
Por que não houve reação forte?
| Fator | Impacto |
|---|---|
| Perdas anteriores | Neutralizam ganho atual |
| Endividamento | Consome renda adicional |
| Juros altos | Travam consumo e investimento |
| Incerteza | Gera poupança defensiva |
| Renda instável | Reduz decisões de longo prazo |
| Consumo básico | Não gera multiplicador forte |


