A marcha para Jesus. Foi uma blasfêmia.

Blasfêmia uma manifestação religiosa tornar-se palco eleitoral. Evento politico. Poder público é laico. Blasfêmia. Nada justificativa de ter um candidato rejeitado ao STF. Piora o quadro. O poder judiciário é apolítico e sem vinculo religioso. No caso o STF interpreta a constituição em situações controversas. O STF não tem foro eleitoral. Juízes não foram eleitos para agir como poder executivo e muito menos legislativo. Nada justifica ao polêmico promotor fazer a marcha descambar da sua finalidade.

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