Segundo a Folha de S.Paulo, as vendas de máquinas agrícolas caíram 17,9% no primeiro quadrimestre de 2026, pressionadas por juros elevados, custos de produção, concorrência chinesa, guerra no Oriente Médio e mudanças no câmbio.
Apesar desse cenário, multinacionais estão planejando expandir suas operações. A Fendt, da AGCO, pretende aumentar sua rede de lojas de 33 para 70 unidades e prevê praticamente dobrar de tamanho no país nos próximos cinco anos. A JCB anunciou R$ 500 milhões em investimentos até 2030, enquanto a New Holland planeja nacionalizar a produção de plataformas de corte, com investimento superior a R$ 100 milhões.
O otimismo está relacionado principalmente à expectativa de crescimento da produção agrícola brasileira. O IBGE projeta uma safra de grãos de aproximadamente 353 milhões de toneladas, o que mantém o Brasil como um mercado estratégico para máquinas, tecnologia e equipamentos agrícolas.
Fonte principal: Folha de S.Paulo — Agrofolha
Arte: Correio Braziliense


