A renuncia fiscal e déficit publico

Os governos da federação ,e Valdosta e municípios distribuem renúncias fiscais sem análise se dão ou não resultado. Todos os envolvidos deveriam ser processados. Distribuir recursos públicos sem avaliação é desperdício. Temos uma qualidade ruim na saúde, educação e uma dívida com o saneamento básico. As renuncias deveriam ser reavaliadas e contadas até a solução do saneamento básico no Brasil.

QUADRO CONSOLIDADO – RENÚNCIAS FISCAIS NO BRASIL (2024–2025)

Nível de GovernoValor estimado (R$ bilhões)% do PIB (aprox.)Observações
União (Federal)R$ 540 a 650 bi~5,5% a 6%Benefícios tributários da LOA 2025 + estimativas TCU
Estados + DFR$ 220 a 230 bi~2%Incentivos ICMS (guerra fiscal, regimes especiais)
Municípios (estimado)R$ 40 a 60 bi~0,4%ISS, IPTU, incentivos locais – não há consolidação nacional precisa
Total Brasil (estimado)R$ 800 a 930 bi~7,5% a 8,5% do PIBSoma das três esferas

📌 ORDEM DE GRANDEZA

✔ O total das renúncias fiscais no Brasil se aproxima de R$ 1 trilhão por ano
✔ Equivale a algo entre 7% e 8% do PIB
✔ É maior que:

  • O orçamento anual da Saúde
  • O orçamento anual da Educação
  • O Bolsa Família
  • Metade do déficit previdenciário

🧭 DISTRIBUIÇÃO POR ESFERA (% do total)

  • União: ~65% a 70%
  • Estados: ~25%
  • Municípios: ~5%

⚖ PRINCIPAIS TIPOS DE RENÚNCIA FEDERAL

  • Simples Nacional
  • Zona Franca de Manaus
  • Desoneração da folha
  • Benefícios a agropecuária
  • Isenções de IR e IPI
  • Benefícios regionais

🔎 OBSERVAÇÃO ESTRATÉGICA

No debate fiscal brasileiro, as renúncias:

✔ São chamadas de “gasto tributário”
✔ Não passam pelo mesmo escrutínio que despesas orçamentárias
✔ Muitas não têm avaliação de eficácia periódica


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