PERSONAGEM DA SEMANA

Nasceu em Santa Cruz do Rio Pardo, mas passou grande parte da vida na capital paulista. Foi lá que ela conheceu o seu marido e teve os filhos. Apaixonada por crianças, transformou a profissão em um motivo de diversão. Agora, aposentada, buscou refúgio no interior. É aqui que ela encontrou tranquilidade e novas motivações. A personagem desta semana é a presidente da Casa da Criança de Dois Córregos, Nadir Bredo Freire.

O Democrático: Por que se mudou de São Paulo para Dois Córregos?
Nadir Bredo Freire: O meu irmão se casou com uma dois-correguense e se mudou para cá. Foi através dele que nós conhecemos a cidade. Depois que me aposentei, vim morar para cá também.

O Democrático: Antes de se mudar, já conhecia a cidade?
Nadir Bredo Freire: Antes de me aposentar, nos quatro últimos anos, eu lecionei aqui em Ventania.

O Democrático: Qual a sua profissão?
Nadir Bredo Freire: Sou professora.

O Democrático: É casada?
Nadir Bredo Freire: Sim, sou casado com Francisco Geraldo Freire. Agora em dezembro vamos completar 42 anos de casados.

O Democrático: Tem filhos?
Nadir Bredo Freire: Sim, tenho um casal. Sandra Cristina Freire, que é formada em Direito, e Rodrigo Eduardo Freire, formado em Educação Física.

O Democrático: Quem são seus pais?
Nadir Bredo Freire: José Plácido Bredo e Maria Aparecida Bredo. Eles já são falecidos. Meu pai está enterrado em Santa Cruz do Rio Pardo e a minha mãe em Piracicaba.

O Democrático: Quem é a Nadir?
Nadir Bredo Freire: Eu fui professora. Me aposentei e voltei de São Paulo para o interior. Logo que cheguei me envolvi na causa animal junto com o Alex Parente e depois também com a Casa da Criança, onde fui vice-presidente e, agora, estou como presidente.

O Democrático: Como foi a sua infância?
Nadir Bredo Freire: Foi muito boa. Nós éramos em quatro irmãos. Um irmão faleceu há dois anos e, agora, somos em três irmãs.

O Democrático: Sempre quis ser professora?
Nadir Bredo Freire: A minha mãe sempre falava que eu tinha que ser professora, porque era uma profissão muito bonita. E, como eu gostava de criança, tinha muitos amigos, era para ser professora mesmo.

O Democrático: Onde você nasceu
Nadir Bredo Freire: Eu nasci em Santa Cruz do Rio Pardo. Meu pai faleceu quando eu tinha 14 anos e nós nos mudamos para São Paulo, onde moravam os nossos parentes. Fiquei por lá um bom tempo. Foi lá onde comecei a minha trajetória como professora e fiquei até me aposentar. Também foi lá que eu conheci o meu marido, me casei e tive os meus filhos.

O Democrático: Como é ser presidente da Casa da Criança?
Nadir Bredo Freire: Quando apareceu essa presidência para mim foi um pouco difícil. Eu não esperava, fiquei sem saber o que fazer, mas, com o tempo, fui me acostumando, fui gostando. A vida toda eu convivi com crianças. Na Casa da Criança também tem muitas crianças e isso foi muito bom para mim hoje. Posso dizer que, hoje, me sinto realizada.

O Democrático: Qual foi o momento mais difícil da sua vida?
Nadir Bredo Freire: Foi a perda dos meus pais.

O Democrático: E o momento mais feliz?
Nadir Bredo Freire: O nascimento dos meus filhos e ver que hoje eles estão com saúde e sendo úteis à sociedade. Essa é a minha felicidade.

O Democrático: É religiosa?
Nadir Bredo Freire: Sim, muito. Desde pequena, porque os meus pais era muito religiosos. Sou católica, frequento sempre, sou praticante.

O Democrático: Qual o seu time de futebol?
Nadir Bredo Freire: Palmeiras. Vem de família essa torcida. Os meus filhos são palmeirenses, meu marido. Todos torcem para o Palmeiras.

O Democrático: Qual mensagem gostaria de deixar aos leitores?
Nadir Bredo Freire: Que todos tenham amor pelo que fazem, pois tendo amor, tudo dá certo.

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