
Os dirigentes americanos recebem autoridades brasileiras com reserva. Nosso apoio anos a fio para personagens como os Castros de Cuba, Chaves, Maduros e sua corja da Venezuela. Ortega da Nicarágua. Petrus da Colombia. Edoardo Correa do Equador. Evo Morales da Bolívia, Cristina Kirchner da Argentina. Alan Garcia do Peru. Marcaram o populismo brasileiro de mau exemplo sobre a pretensão de ter uma sólida democracia dentro do Brasil. Copiamos o modelo de aparelhar o STF por representantes com afinidade partidária. No primeiro governo Lula a casa Civil comprou apoio com mesadas aos partidos afins de manipular as decisões do governo. Corrompeu. Foram corrompidos. Despois em um estratégia a de cooptação ardilosa, Dividiu a direção de estatais com representantes partidários para acumularem recursos. Abriram cofres do BNDES aos empresários amigos. Entregaram a liderança dos fundos de pensão das carreiras públicas a maus gestores que dilapidaram o patrimônio dos seus mutuários. As palavras e palestras de ordem para detonar o dólar como moeda internacional. Será que isto não importa aos parceiros internacionais? Não seria uma visita de um politico que pesou na dose de sobretaxa que o Brasil levou. “Mudem que posso mudar. Com esta turma não caminhamos juntos”.


