
O começo do fim da influência do crime organizado com a tomada elo estado a soberania nas prisões. O recrutamento interno é uma realidade. Cabe desmontar a máquina mortífera. Combater pelas fronteiras é fundamental, mas o começo está presença física dos agentes penitenciários. Se não derrubar privilégios, drogas, acesso a informações, envio de comandos aso comparsas, enfim quebrar o crime nas prisões fracassaremos. Brasil tem 95 mil prisioneiros permanentes distribuídos em 1424 penitenciárias. Aqui começa o desmonte.


