
O Desenrola 1 não melhorou em nada o endividamento familiar brasileiro. Enxugamos gelo. As condições materiais e psicológicas permaneceram. O endividamento estava menor em 2022 na época do Desenrola 1. Foi uma medida populista. O certo seria estudar quais condições levaram a situação de inadimplência. Nos EUA sabemos o que o endividamento está localizado na hipoteca imobiliária e no débito estudantil duas ancoras que escravizam a população. A terceira é a saúde particular. Quebram a família. Aqui suspeitamos. o cero é que há má analise de crédito por partes da empresas. Poderiam prevenir não oferecendo crédito. Mas como mandam no Brasil apresentam a conta ao governo que paga.
Em Brasil, o índice médio de inadimplência familiar em 2022 — medido pela PEIC/CNC como famílias com contas em atraso — ficou em aproximadamente 28,9%.
Comparação recente
| Ano | Famílias inadimplentes |
|---|---|
| 2021 | ~25% |
| 2022 | ~28,9% |
| 2023 | ~29,5% |
| 2024 | ~29% |
| 2025 | ~29%–30% |
| 2026 | ~29,5%–30% |

