
No STF mandam quatro ministros Duas camadas. Segue o mapa.
. NÚCLEO DURO — PODER MUITO ALTO
Alexandre de Moraes
Posição: centro operacional do poder
Tipo de poder: coercitivo, processual e político
- Relator de inquéritos estruturantes (atos antidemocráticos, 8/1, redes).
- Forte uso de decisões monocráticas com efeito nacional.
- Atua como linha de contenção institucional.
- Poder baseado em controle de agenda, timing e sanções.
📌 Hoje, é o ministro mais poderoso do STF.
Gilmar Mendes
Posição: estrategista institucional
Tipo de poder: doutrinário, político e de articulação
- Influência histórica e profunda no funcionamento do STF.
- Atua nos bastidores e na construção de consensos.
- Forte interlocução com Congresso, Executivo e meio jurídico.
- Poder de formar maioria, não apenas decidir.
📌 Poder menos visível, mas estrutural.
Dias Toffoli
Posição: operador de acomodação política
Tipo de poder: regulação, revisão e desbloqueio
- Atua na revisão de decisões sensíveis.
- Influente em temas de controle institucional e Estado.
- Poder de destravar ou reordenar processos.
- Discreto, mas decisivo em momentos-chave.
PODER MÉDIO
Edson Fachin
Posição: presidente. Fiador jurídico formal
Tipo de poder: técnico e procedimental
- Respeitado juridicamente.
- Menor protagonismo político.
- Atua como âncora de legitimidade técnica.
- Importante em votações apertadas.
⚪ DEMAIS MINISTROS — PODER INSTITUCIONAL, NÃO CENTRAL
(Importantes, mas sem concentração decisória contínua)
André Mendonça
Cármen Lúcia
Luiz Fux
Nunes Marques

